domingo, dezembro 10, 2006

O desespero da paixâo...

O laminar da tua ausência, o silencio encoberto de desejos, notas soltas em si menor, em gestos transitados, em silencio... O fim, mas não por fim, o nunca, esquecer, o agora, moribundo desejo de vida... NÃO MORRI ESTOU AQUI...

3 comentários:

Anónimo disse...

o querer mais que querer;
o desejo que consome a ânsia,
as malditas horas que não passam, que tanto tardam a fazer com que os nossos corpos se abracem, os nossos lábios se toquem... e nesse momento, o mundo gira apenas à nossa volta, sim ;)
ti amo amore mio(*

Anónimo disse...

Solidão, as horas malditas que passam sem passar na tua ausência, na ausência de ti, horas mortas quando afinal quem morreu fui eu.

Anónimo disse...

Solidão, as horas malditas que passam sem passar na tua ausência, na ausência de ti, horas mortas quando afinal quem morreu fui eu.