quarta-feira, novembro 30, 2005
terça-feira, novembro 29, 2005
Folhas de jornal (O lento passar dos dias)

Acordo não sei quem sou, o que faço aqui. Abro o jornal, as folhas servem para marcar os dias que passam, pelos homens, pelo mundo. Tento ler, as coisas aconteceram ontem, já nada pode ser feito, só importa a data, essa é de hoje, talvez… O que aconteceu no mundo? O que aconteceu comigo? – Não quero saber. Não me lembro. Felizmente comprei o jornal antes de me deitar, por isso hoje é esta data, ou dormi durante dois dias. Que diferença fará. Terei perdido algo? – Não o mundo continua a girar ao passar das páginas. Eu é que não o leio.
Publicada por Anónimo à(s) 3:28 a.m. 0 comentários
sexta-feira, novembro 25, 2005
This moon under sky...( Os ciclos do pó, os circulos da vida)

Vai e vem a lua no firma- mento, vão e vêem as paixões na vida. Tudo muda de lugar, a vida transforma-se em pó, e do pó retoma-se a vida ciclicamente. As sombras mudam quando por elas passam novas luzes. Tudo é movimento, as almas abandonam os corpos, são limpas e regressam a outros corpos, a outros tempos. Os ciclos continuam eternamente seguindo o ritmo das marés, o vermelho desbota torna-se rosa, os mares ficam desertos. O que temos hoje, amanhã é nada. O frio que sentimos no passado é a lenha que nos queimará no futuro. As estrelas que ditaram o destino da nossa vida, mudam para nos trazerem a nossa própria morte, mas mesmo isso não é um fim, é apenas mais uma volta deste ciclo.
Publicada por Anónimo à(s) 2:30 p.m. 0 comentários
Devaneio Alcoólico

Que caminho tortuoso é a vida quando apenas, o coração sensível (sensi- bilizado pelo álcool, entenda-se) toma as decisões. Fazemos o que queríamos, o que não queríamos, e até o que não devíamos. Erramos, o erro é humano, mas a atitude é alcoólica. Não tem perdão, porque já está perdoada, é um reflexo sensível.
Publicada por Anónimo à(s) 12:57 a.m. 1 comentários
terça-feira, novembro 22, 2005
Tempus
Publicada por Anónimo à(s) 2:34 p.m. 1 comentários
sábado, novembro 19, 2005
Sound of Eternity
Pelas pequenas frinchas, entra a luz que ilumina as lágrimas que caiem dos arcos, as velas acesas iluminam a penumbra criando a ilusão, que não estamos sós neste imenso espaço vazio. O grito do silêncio é um desespero abafado, pela cúpula que parece que vai cair. O incenso que arde de vagar, queima o pouco ar que as almas ainda tinham para respirar. O frio do granito entranha-se a cada passo nos corpos vazios, como se as colunas elevadas fossem extensões pérfidas dos braços, num abraço profundo. Beijos de ferro cravado na pedra, esquartejam tempo tornando tudo natureza morta. As rezas á muito que se deixaram de ouvir, porque as bocas estão coladas com o pó que as mata, a respiração congelada. Fica apenas a melodia inaudível, que tudo atrai a para si, mas a sua melancolia não é de vida, apesar de eternamente manter.
Publicada por Anónimo à(s) 7:53 p.m. 0 comentários
Sacred Rose

Bendita rosa em flor de vida arrancada por homens, a desejo dos deuses mortais. Morta para o pagamento do dizimo, morta sem qualquer culpa ou acusação. Postulada em sacro altar. Em acto de redenção dos pecados, que não eram os seus. Chorando ainda a seiva como ultimo suspiro de vida. Morta para que alguém ainda consiga viver, mesmo com a sua morte na consciência.
Publicada por Anónimo à(s) 4:46 p.m. 0 comentários
quinta-feira, novembro 17, 2005
quarta-feira, novembro 16, 2005
terça-feira, novembro 15, 2005
Amor sem Possessão (a luz de Joana)

Nada há nada entre a tua partida e o teu regresso, não existe qualquer significado explícito ou oculto, quando tu não estás aqui. Apenas as mãos vazias, que ficam a tomar conta dos ponteiros do relógio, enquanto esperam que os teus olhos cruzem o seu ar. Não te vou prender, porque acredito que vais regressar, nada me faz quer o contrário, porque acredito que precisas partir, para regressar. E, que quando voltares, eu saberei que és real, que não és uma explosão de luz efémera, mas a própria luz, o meu único sol.
Publicada por Anónimo à(s) 3:20 p.m. 1 comentários
segunda-feira, novembro 14, 2005
Resposta ao anonimato II
Sim a foto é de Angra (ha que saudades eu tenho dos Açores!!!), mas não é pelo local, mas pelo que está retratado, as escadas, as portas, até mesmo talvez a igreja, tem um qualquer segundo significado oculto.
Publicada por Anónimo à(s) 1:07 a.m. 1 comentários
sábado, novembro 12, 2005
sexta-feira, novembro 11, 2005
Secret Smile (reposta ao anonimato)
Será, hoje demasiado tarde (ou cedo) para algo, ou isso serve apenas para o os ciúmes? Será hoje demasiado cedo (ou tarde) para se ignorar, ou isso serve apenas para o Amor?
II - A Duvida
Estou desveras preocupado, não pela questão em si, não pela reformulação que eu dela fiz, nem sequer pelo que a despoletou, existe algo mais, sinto isso desde o “É” (será) até ao “’s” (Amor?)
III- A Culpa
Sim eu confesso, não sei quem escreveu estas palavras, por vezes desconfio delas quase aponto de ter certeza, a minha certeza, mas nunca a certeza que tenho no mundo, que vejo e sinto olhos nos olhos corpo a corpo.
IV- A Penitencia
Desculpa, desculpa não ver os teus olhos ( Azuis, castanhos, verdes). Acho que é possível, é possível porque acredito tudo ser possível hoje, mas aqui volta a ser a minha opinião pessoal.
V – O Perdão
Na verdade não me choca, se calhar preferia ouvir não é demasiado cedo, ou se calhar nem ter ouvido nada, mas nenhuma obra nasces sem que pare isso se fure um coração para lhe criar os alicerces, ou então ela será um sopro de vento que desaparece. (Será apenas isso)
VI – A Calma
Não, não é tarde, o tempo é o momento (nem tarde ou cedo), a rota é traçada com os pés no caminho para ser o mais exacta possível. Podes continuar no silencio, respeito isso, e, como já aqui escrevi "algum dia saberei Porquê".
Publicada por Anónimo à(s) 2:46 a.m. 1 comentários
terça-feira, novembro 08, 2005
Campanário

Cobrindo as horas mortas, com restos de um passado, sentindo ainda ao de leve o vento a tocar pelos sinos, também eles quase mortos. Tudo faria mais sentido, se a torre sineira não estivesse tão parca de vida. Se nas suas paredes se ouvissem ainda as brincadeiras de crianças. Se nas suas escadas ainda se nota-se a respiração ofegante dos amantes. Se nas suas partes mais altas ainda se avistassem os ninhos de pássaro. Nada disto está Hoje, mas já esteve um dia, e pode voltar, e ai, os sinos quase mortos vão voltar a dobrar.
Publicada por Anónimo à(s) 11:52 p.m. 0 comentários
segunda-feira, novembro 07, 2005
Last week Revisited
Este são sem duvida dos melhores momento da semana do caloiro esta imagem fica sem duvida no nº1 do top coisas assim acontecem, obrigado Ju espero que continues a criar imagens assim, é assim que perpetuamos os momentos. 
O palco só tem significado quando na sua essência, arte é um ser vivo e existe comunicação entre o artistas e publico.
Por vezes não são as bandas mais conhecidas que criam um maior espectáculo, mas são sempre as outras que criam uma agradável surpresa.
O orgulho de ser português ...
Por fim mas não em ultimo, encerramento da semana do caloiro com a Copituna d’Oppidana. Após dez anos de vida e dois Cd’s no mercado, esta actuação não bastou, soube a muito pouco. Ficamos á espera de novas…
Publicada por Anónimo à(s) 10:46 p.m. 0 comentários
quinta-feira, novembro 03, 2005
Semana do caloiro

As minhas desculpas, em formas de profilático, acho que nos próximos dias vai ser complicado escrever o que quer que seja...
* Ontem (quer dizer hoje de manha) Ângelo Braz ( ninguém lá foi pela cerveja á borla)
* Hoje (amanhã de manha) Porquinhos da Ilda (ainda que causa um sentimento estranho este nome)
* Depois ( não sei muito bem de quê) Soueeze these Pleaze ( nunca ouvi falar,será uma agradavel surpresa?!!! ou assim espero)
* Depois de depois (se ainda lá chegar em condições) Explensive Soul ( sim amor eu também te amo, fica combinado encontramo-nos lá)
Publicada por Anónimo à(s) 3:14 p.m. 0 comentários
quarta-feira, novembro 02, 2005
Halloween( A noite que fica depois das Bruxas)
Fica a névoa que insiste em não se dissipar, os amigos, fica a chuva que insiste em cair, os sonhos, ficam as garrafas para beber um dia mais tarde, as mascaras, ficam as palavras que a boca se recusou dizer. Até mesmo a noite fica guarda num recanto de mim, porque as coisas especiais não saem como a tinta da face, não se despem comos os fatos, ninguém nos as rouba como se roubam vassouras, ficam guardados em beijos em danças em olhares.
Publicada por Anónimo à(s) 2:28 p.m. 0 comentários







