sexta-feira, agosto 26, 2005

Darkness

Por vezes um negrume cai sobre mim, a escuridão acaba por vencer os meus sentidos. Caio perdi o norte, choro, tenho medo, medo de que a tua ausência seja eterna, que não volte a ouvir o teu riso de quando dávamos as mãos, e saltávamos no vazio. Medo que não queiras voltar a tatuar o meu corpo com as tuas mãos de fogo, marca-lo com o selo da paixão. Sinto o vazio, sem sentir o frio do teu olhar, sem o calor de estares comigo. Choro mais, O escuro torna-se claridade, o preto, branco. Continuo sem ver, a luz ofusca mais do que ilumina. É um novo início. Ou então… O Fim

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