
Nada há nada entre a tua partida e o teu regresso, não existe qualquer significado explícito ou oculto, quando tu não estás aqui. Apenas as mãos vazias, que ficam a tomar conta dos ponteiros do relógio, enquanto esperam que os teus olhos cruzem o seu ar. Não te vou prender, porque acredito que vais regressar, nada me faz quer o contrário, porque acredito que precisas partir, para regressar. E, que quando voltares, eu saberei que és real, que não és uma explosão de luz efémera, mas a própria luz, o meu único sol.
terça-feira, novembro 15, 2005
Amor sem Possessão (a luz de Joana)
Publicada por Anónimo à(s) 3:20 p.m.
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1 comentários:
Existem momentos que devemos ir, para que possamos saber o qto somos importantes ou o qto fazemos falta...
Vera(Brasil)
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