quarta-feira, dezembro 14, 2005

Destiny (aquilo que acontece sem sabermos o porquê)

Por vezes as palavras que não se conseguem dizer, ecoam em nós como um fado chorado, um lamento perdido em memórias, um sonho que não se revela. A alma esgana a garganta que suspira, o coração pára para depois bater rapidamente, a vida passa por detrás dos nossos olhos. A mente pensa no tempo, no nosso tempo, que se escoa, que se evapora. -Terá já passado sem sequer dar conta? Ou ainda esperas (e esperaras), esse mesmo tempo chegar? E quanto mais vais aguentar pelo primeiro beijo, ou quanto o desejas no mais intimo de ti? São somente as dúvidas que tenho em todas as minhas certezas. São flocos de neve, diferentes em tudo e iguais da mesma maneira, são ilusões de um dia o nosso destino estar inscrito numa mesma pagina, e seguir pela vida fora, é a ideia que no azul do céu existem todas as cores do Amor, é dar-te a mão e seguir contigo, é deixar de recear a vida, para poder viver contigo. Ou ao não ser nada disso, ter sido bom pelo prazer de te conhecer e dizer que és especial.

1 comentários:

Elizabeth Sobarzo disse...

É assim estranho, esse uniforme com nossa diferença das línguas, e nossas distâncias, sente-me assim compatível a que plasmas, como se soube você cronometra para trás. Eu aprecío muito leerte, como se escutou sua voz, isso que uns jamas mais prováveis mim escutarão...
Beijos Do Jasmin.