
Brilham sem iluminar, são um resto de um passado que ficou, vivem sem terem vida própria, aparecem do nada de um clique, e com o clique certo se vão, são como as estrelas em que apenas a sua luz ficou, eternamente a passear no seu universo. São o vazio, buracos negros na história, de estórias vazias, são nada, não criam sombras, porque elas próprias as são. Não tem alma, estão despidas. Nada sentem porque nunca ousaram sonhar, não são infelizes porque nunca conheceram a felicidade. Acordam tarde de mais, e, quando pensam em começar, é porque o seu fim chegou.
1 comentários:
Linhas bonitas dos mutables, céu no fogo, Eu pus-lhe na coluna de minhas loucuras.
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