Hoje é em tudo igual a ontem, as pedras da calçada por onde ando, são as mesmas que pisei outrora, as faces das pessoas sempre as mesmas, como se estivessem congeladas num eterno futuro de uma fotografia, as mesmas expressões os mesmos gestos, tudo é banal. A cerveja que bebo hoje, sabe ao mesmo que sabia ontem, e ontem não sabia a nada, o meu olhar de ontem é tão frio como o de hoje, nem mais nem menos. Queria te tocar, mas tenho medo de partir a redoma de cristal onde te escondes… Sabes que és o centro do universo (do teu, do meu, e até quem sabe de todos os outros) e mesmo que cem balas atravessem o teu destino, nada irá quebrar a tua bola do futuro, o teu microcosmos, a tua ideia ilusória de vida. Nem mesmo o meu grito estérico ira fazer vibrar as moléculas de carbono do teu diamante, ou as minhas lágrimas serão o solvente para as tuas idas e vindas. Não consigo continuar a odiar-nos tanto (ou apenas ao que fomos). Não consigo mais colar a caixa de Pandora que lanças-te sobre mim. Amo cada momento que vivi contigo, e isso não me vais roubar, porque não está dependente de mim, nem de ti, tem vida própria. Tal como não me vais roubar todos os “nascer do sol”, que eu vi antes de te ver a ti… Sim o sol nasceu antes de ti ( agora sei isso) .sexta-feira, outubro 07, 2005
The same taste
Hoje é em tudo igual a ontem, as pedras da calçada por onde ando, são as mesmas que pisei outrora, as faces das pessoas sempre as mesmas, como se estivessem congeladas num eterno futuro de uma fotografia, as mesmas expressões os mesmos gestos, tudo é banal. A cerveja que bebo hoje, sabe ao mesmo que sabia ontem, e ontem não sabia a nada, o meu olhar de ontem é tão frio como o de hoje, nem mais nem menos. Queria te tocar, mas tenho medo de partir a redoma de cristal onde te escondes… Sabes que és o centro do universo (do teu, do meu, e até quem sabe de todos os outros) e mesmo que cem balas atravessem o teu destino, nada irá quebrar a tua bola do futuro, o teu microcosmos, a tua ideia ilusória de vida. Nem mesmo o meu grito estérico ira fazer vibrar as moléculas de carbono do teu diamante, ou as minhas lágrimas serão o solvente para as tuas idas e vindas. Não consigo continuar a odiar-nos tanto (ou apenas ao que fomos). Não consigo mais colar a caixa de Pandora que lanças-te sobre mim. Amo cada momento que vivi contigo, e isso não me vais roubar, porque não está dependente de mim, nem de ti, tem vida própria. Tal como não me vais roubar todos os “nascer do sol”, que eu vi antes de te ver a ti… Sim o sol nasceu antes de ti ( agora sei isso) .Publicada por Anónimo à(s) 3:43 a.m.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
1 comentários:
Cada dia que passa, te acho mais fofo. Seus pensamentos e idéias refletem exatamente o que penso sobre você...
V.(de Vera)(Brasil)
Enviar um comentário