O céu desceu á terra pelas asas de um anjo sem nome. O nevoeiro que encobre o mundo, não é mais do que, um beijo divino, um pressagio de bons ventos. A bênção é aceite ao levantar da manhã. O que outrora era trevas e escuridão agora é claro e puro. Os teus olhos não conseguem ver o mundo, mas acreditas que ele existe. As sombras que se vêm, são apenas os reflexos, os olhos não foram feitos para ver, mas sim para iludir. E essa é a tua grande verdade. Os teus caminhos não são escolhidos, são antes percorridos, não são bons ou maus, são apenas os passos que dá e as pegadas que deixas. Talvez o universo seja apenas uma caixa de sapatos com marionetas, e tu a criança traquina que os move, com os teus pequenos dedos de papel. E esta é a tua mais sincera prece. Ainda ficaram em ti vestígios das últimas nuvens que cruzavam céus, enquanto dormias, ela são o teu alimento, a prova que vale a pena acordar, dar um salto e conseguir olhar por cima céu. segunda-feira, janeiro 09, 2006
A cor do teu céu I (Branco)
O céu desceu á terra pelas asas de um anjo sem nome. O nevoeiro que encobre o mundo, não é mais do que, um beijo divino, um pressagio de bons ventos. A bênção é aceite ao levantar da manhã. O que outrora era trevas e escuridão agora é claro e puro. Os teus olhos não conseguem ver o mundo, mas acreditas que ele existe. As sombras que se vêm, são apenas os reflexos, os olhos não foram feitos para ver, mas sim para iludir. E essa é a tua grande verdade. Os teus caminhos não são escolhidos, são antes percorridos, não são bons ou maus, são apenas os passos que dá e as pegadas que deixas. Talvez o universo seja apenas uma caixa de sapatos com marionetas, e tu a criança traquina que os move, com os teus pequenos dedos de papel. E esta é a tua mais sincera prece. Ainda ficaram em ti vestígios das últimas nuvens que cruzavam céus, enquanto dormias, ela são o teu alimento, a prova que vale a pena acordar, dar um salto e conseguir olhar por cima céu. Publicada por Anónimo à(s) 2:39 a.m.
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