Funde-se o Azul do mar na cor do teu céu, os segredos são sussurrados de ouvido para ouvido, de coração para coração. Acordas com o sabor a sal nos teus lábios, um cheiro a maresia nas mãos. As brumas trazem-te fotografias esquecidas em ventos, sonhos revoltos em marés. Elas lembram a primeira vez que choras-te de Amor, o primeiro pôr-do-sol no mar. Elas são tudo o que ficou do teu velho baú de recordações, um resto de nada, algo que querias ter abandonado, posto numa garrafa e ter atirado ao mar como uma caixa de pandora para o mundo. Mas elas nunca te vão abandonar, e se, quando acordas elas te fazem sofrer, quando a noite cai, elas são o teu aconchego, são tudo o que tens, um resto de tudo. sábado, janeiro 21, 2006
A cor do teu céu V (Azul)
Funde-se o Azul do mar na cor do teu céu, os segredos são sussurrados de ouvido para ouvido, de coração para coração. Acordas com o sabor a sal nos teus lábios, um cheiro a maresia nas mãos. As brumas trazem-te fotografias esquecidas em ventos, sonhos revoltos em marés. Elas lembram a primeira vez que choras-te de Amor, o primeiro pôr-do-sol no mar. Elas são tudo o que ficou do teu velho baú de recordações, um resto de nada, algo que querias ter abandonado, posto numa garrafa e ter atirado ao mar como uma caixa de pandora para o mundo. Mas elas nunca te vão abandonar, e se, quando acordas elas te fazem sofrer, quando a noite cai, elas são o teu aconchego, são tudo o que tens, um resto de tudo. Publicada por Anónimo à(s) 4:26 a.m.
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